Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

A partir de uma conversa com meu amigo blogueiro Lucas de Oliveira, e seguindo seu exemplo, resolvi modificar o plano editorial do blog.

Isso aqui anda meio parado, teias de aranhas nos cantos da tela, e uma "ligeira" traça que tenta traçar (é óbvio! Uma traça traça neh?!) as minhas animosidades bloguísticas.

Tava tudo nebuloso, indisposição para escrever e consequentemente, para postar alguma coisa, MAS meus problemas acabaram, chegou o mais novo produto das organiza...Eita, viajei!

O blog será atualizado pela equipe da redação, composta pelos repórteres Raphael, Pacheco, Silva e Neto, que formam a Santíssima Quadrindade (Quanta heresia! Que o Senhor me perdoe!) em uma só pessoa, EU MESMO, todas às terças e sextas, se assim Ele, o Todo Poderoso, permitir. Amém?!

Nas Terças, textos alheios, mas identificados, videos, imagens, poesias (que romântico!), críticas, notícias, devaneios, enfim, o que for pertinente ao momento e contexto.

Nas Sextas, postarei aquilo que é a menina dos meus míopes olhos, que foi e ainda é o motivo do existir do 'Um Pacheco' em seu 1 ano de existência completado neste mês de Maio, a Crônica!!!

Bom, é isso, a gente se vê neste mesmo canal, CRUJ CRUJ CRUJ Tchau!

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Em uma ensolarada manhã amazônica, o boêmio, advogado, cartorário, revolucionário, futebolista, jornalista, sambista, letrista, (Ufa!), professor, escritor, pesquisador, tradutor, ator, tenor, corregedor, consultor e “mocorongo*” Ruy Guilherme Paranatinga Barata (1920-1990) abriu as portas do Parque da Residência, em Belém - Pará, sua atual moradia, e nos recepcionou em seu confortável banco para um descontraído papo.



Como uma pessoa pode ser tantas coisas em uma
só vida?

Ruy Barata – Eu não planejei passar por tantas profissões. O Paranatinga (o Rio de Águas Claras) me levou...
Acho que meu senso de justiça social e o exemplo de meu pai me levaram ao Direito, ao Jornalismo e à Política. Naquela época Direito e Literatura possuíam grandes afinidades, a bem dizer andavam de braços dados(...). E a música é consequência do fazer poético.

Não bastou pra você ser letrista, era preciso ter um filho músico...

A quem passaria meu canto quando meu canto passasse?
O Paulo André foi um parceirão. Costumo dizer que nossa arte é uma trágica ópera tapuia, prenunciadora de um mundo que vai desaparecendo.

Você recitou e cantou a Amazônia. Santarém foi sua maior inspiração?

Santarém, essa velha cantiga...(pausa)
Acho que o clima musical de Santarém, algumas aulas de piano, a rema de seresteiros,
o conjunto que tocava músicas de ernesto Nazareth tudo isso junto, deve ter fabricado em mim o gosto de compor.

Você tem fama de boêmio. Porque será?

(Cantando) “Rio abaixo, rio acima, minha sina cana é, só de pensar na mardita me alembrei de Abaeté**” (risos).
Não sou literariamente um boêmio. Nem sei se sou boêmio. Honestamente não sei. Só sei que bebo e frequento bares. Bar do Parque? Excelente cobertura – o céu de Belém. É o lugar onde bebo.
E o lugar onde bebo é um lugar sagrado.
O poeta gosta de birita. Tranquilo. Certa vez em um jantar em minha casa,
D. Noca aproximou-se zelosa e disse: - “Meu filho, não beba demais”. E eu respondi: - “Nem de menos, mamãe”.

E o “papão”? Tem jeito?

Nossa! Nem me fale, é lamentável! Sou “papão” doente. Às vezes fico aqui parado (literalmente), pensando quanto desgosto para o seu Alarico. Logo o papai, que foi um dos fundadores do Paissandu (Era assim mesmo que se escrevia Paysandu).

O que você considera o seu lado B?


Adoro cozinhar. Cozinhar supre pra mim uma habilidade manual que nunca tive. Quem não sabe da cozinha de um povo, nada sabe sobre sua cultura.
A dona Venância, minha cozinheira, costumava dizer que eu era cobrão numa salada.

* Nascido ou natural da cidade de Santarém, Pará.
** Cidade produtora de cachaça.



Por Raphael Pacheco, Suzana Lopes e Diolene Machado

Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

E Deus fez a mulher...

Houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso, resolveu complicar...

Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.

Deus deu a mulher seios firmes e bonitos.
O diabo os fez crescer e cair.

Deus deu a mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.

Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.

Deus deu a mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
O diabo a fez falar demais.

Deus deu a mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.

Deus deu a mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então Deus deu a mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Só pode haver uma explicação para isso:
"O DIABO É V- I- A- D- O!!!!!!!!!!!!"

Sábado, 26 de Abril de 2008

Juventude, do latim Juventútis ‘época ou condição de estar na mocidade, de ser jovem’.

O interessante de se notar na etimologia da palavra, é que o ‘ser jovem’ não se limita na faixa etária que se enquadra à juventude, no período da vida do ser humano compreendido entre a infância e o desenvolvimento pleno de seu organismo, aquele divido em pirralhos crianças, jovens, caretas adultos e velhos melhor idade. Mas seu sentido assume um caráter abrangente quando expressa condição, uma ‘condição se estar na mocidade’.

É aquilo defendido por muitos e que faz todo o sentido: A idade está na cabeça, e consequentemente no comportamento, nas atitudes. Exemplo disso são os ‘coroões’ que apesar de...

Leia esta crônica na íntegra na coluna Juventútis, baixando AQUI (em pdf) ou AQUI (em jpg) a FOLHA DA SEMANA, um jornal a serviço dos blogueiros.

Tem muita coisa bacana nesta edição de n°2 do jornal!

Vai perder??

Domingo, 20 de Abril de 2008

Uma nova lei, de proteção ao consumidor, que entra em vigor em maio na Grã-Bretanha, está causando polêmica e revolta entre os médiuns e videntes europeus. A lei que tem o objetivo de proteger todos que forem enganados por comerciantes, não importando qual a mercadoria vendida, gerou insatisfação entre os "espiritualistas", que por cobrarem pelas consultas, passaram a ser classificados como "comerciantes".

A nova lei deve facilitar os processos em casos de clientes insatisfeitos com os serviços prestados pelos videntes, que por segurança, já começaram a divulgar em suas propagandas que se exigem de responsabilidades, como por exemplo: "isso é apenas uma experiência, os resultados podem não ser garantidos".

A classe que é representada pela Associação dos Trabalhadores Espirituais da Grã-Bretanha, alega que os videntes e médiuns praticam é espiritualismo, uma religião como as outras, e que sendo assim, suas práticas não devem exigir provas. "As pessoas não são obrigadas a ir a um médium, assim como não são obrigadas a ir a uma igreja", afirma Carole McEntee Taylor, uma das fundadoras da Associação.




"Eu vejo uma pessoa em sua vida, mas não é certeza hein?"


Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Recebi um selinho da Gaia, do blog Segredos de Gaia


Valeu menina...^^

Repasso para o Breno, do Resto de Nada; para o Lemp, do Coisas de Homem; para o Lucas, do Lucas de Oliveira e para o Éverton Vidal, do Re-Novidade.

Abraço

Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Se tudo fosse: "Eu te amo. Você me ama?" Resposta: "Amo".

Pronto! Seria simples. E foram felizes para o resto da vida...

Quando tal diálogo acontece e duas pessoas percebem que se amam, aí a dúvida e a confusão não terminam. Começam! Não está disposto na lei da vida que duas pessoas que se amam, saibam amar. O normal é as duas não saberem. Raro é as duas saberem. O habitual é uma saber e aguentar o rojão pela outra.

Saber Amar!

Quanta gente prefere viver com alguém que sabe amar, mesmo que não o ame! Quanto amor pode brotar da relação com quem sabe amar! Quem sabe amar, pode até realizar o milagre de acabar recebendo o amor de quem não o ama, ou ama e não sabe. Saber amar é conhecer o amor como forma de arte. O amor é apenas um sentimento, enquanto que saber amar é uma criação, visão estética do amor. Tanto é flor na hora certa, como presente fora de hora. Saber amar implica conhecer sabedorias que o amor não sabe, como esperar, deixar fluir, não invadir as dúvidas do outro, não abafar, nem impedir que a outra parte supere a fossa, a angústia ou a dor que a oprime.

Quem ama desama junto. Quem sabe amar, por conhecer a medida exata dos orgulhos que valorizam o amor, suporta tal sentimento, desde que seja passageiro, é claro! Quem ama, quando cansa, pode voltar a amar. Quem sabe amar quando desliga é para sempre. É mais fácil afrontar a quem ama do que a quem sabe amar! Este, conhece tanto a importância do seu sentimento, que quando o retira, machucado, incompreendido ou ferido de morte, é para sempre!

Cuidado com quem ama! Mas cuidado maior com quem sabe amar! Quem perde um amor perde menos do que quem perde alguém que sabe amar...

Saber amar não é depender, não é ser servil, não é viver agradando, não é fazer o que o outro quer. Saber amar é ter as reações certas, de compreensão e crítica; é ocupar todo o seu lugar no espaço e no tempo do sentimento e da emoção do outro. Saber amar é até saber desistir. Saber amar é aquela parte que, partindo do amor, procura (até encontrar) a parte do outro que um dia saberá amar. E a encontrando tem paciência, afeto e tolerância. A menos que descubra que ela não merece.

Porque saber amar é também ter a coragem das renúncias, bravura raramente presente em quem, apenas, ama...




PS: É importante deixar bem claro que este texto, apesar da semelhança de estilo, não é de minha autoria. Foi encontrado nas naufragações...ops...navegações pela net!
Leiam sempre o 1º comentário dos textos, porque sempre comunico coisas importantes e relevantes ao texto...

 
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